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	<title>Manuel de Araujo</title>
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	<description>Site Oficial da Campanha de Manuel de Araujo ao Municipio de Quelimane</description>
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		<title>Discurso do Presidente do Conselho Municipal da Cidade de Quelimane, por ocasião do 1° de Maio, Dia Internacional do Trabalhador</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 13:40:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[MUNICÍPIO DE QUELIMANE CONSELHO MUNICIPAL SENHORA SECRETARIA PERMANENTE DO GOVERNO DA PROVÍNCIA DA ZAMBÉZIA, SENHORES MEMBROS DO GOVERNO PROVINCIAL, SENHOR PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL, SENHOR REPRESENTANTE DO ESTADO NA AUTARQUIA DE QUELIMANE, SENHORES VEREADORES DO CONSELHO MUNICIPAL, SENHORES LIDERES COMUNITARIOS, E RELIGIOSOS, SENHORES EMPRESARIOS, PREZADOS TRABALHADORES, COLEGAS, CAROS MUNÍCIPES, MINHAS SENHORAS E MEUS SENHORES, Já é nossa tradição dar as boas vindas aos nossos hóspedes, confortando-os com o nosso calor de afabilidade, com a nossa modéstia e franca hospitalidade e com a nossa contagiante alegria. Sejam bem-vindos a esta grandiosa festa, Ilustríssimos Convidados, Caros Munícipes, Minhas Senhoras e Meus Senhores. Celebramos hoje mais uma data de honra, uma data para os nossos mestres, nossos operários, nossos trabalhadores do campo e dos diversos sectores de trabalho. Celebramos uma data em que lembramos os fazedores e contribuintes decisivos do desenvolvimento do nosso País e Província, em geral, e da nossa Cidade, em particular, O Trabalhador. O Trabalhador é a força motriz quer dos processos de crescimento económico quer do desenvolvimento. Hoje, reafirmamos o perfil do Trabalhador como sendo aquele que faz acontecer o progresso e galvaniza a sua luta conjugando-a com os esforços pela criação da riqueza, condição sine qua non para a promoção do crescimento e desenvolvimento económico e social da terra que nos viu nascer. Desde a proclamação da Independência Nacional, e mesmo durante o jugo colonial, o Trabalhador almejou pela sua libertação incondicional de certo tipo de patrões, na tentativa de ver-se livre da tirania e dos abusos que infligem. Ontem como hoje, registamos com alguma apreensão a existência de certo patronato que insiste na violação sistemática os direitos mais elementares dos trabalhadores. Assistimos a trabalhadores que são expulsos, pelo simples facto de estarem a gozar um dos direitos consagrados na nossa lei mãe, a Constituição da Republica. Alias, por ocasião do lançamento da semana do trabalhador, a OTM – Central Sindical, anunciou que mais de uma dezena de trabalhadores perderam os seus postos de trabalho, por estarem a exigir os seus direitos! Estas constatações tornam a luta sindical uma necessidade imperiosa fazendo com que os trabalhadores se organizem a todo o custo, para a defesa dos seus direitos. Excelências Caros Convidados, Prezados Trabalhadores, Estimados Munícipes, Minhas irmãs e meus irmãos, Quando olhamos à nossa volta, quando percorremos o nosso espaço municipal e olhamos pelo nosso parque industrial moribundo, quedamo-nos num presságio desolador, vendo cada vez mais distante a possibilidade do advento de um emprego mais digno, com um salário mais justo, numa paz e justiça laboral. Peço aos meus pais, mães, irmãos e irmãs que nunca percam a esperança de voltar a ver melhores dias, porque deste pedal onde me colocaram vislumbro com prazer um “Verdejante e prospero Quelimane”, um Quelimane, onde nenhum munícipe ira a cama sem pelo menos uma côdea de pão; um Quelimane, onde o emprego deixara de ser apenas apanágio dos eleitos, um Quelimane onde os táxis de bicicletas serão objecto de turismo e não de martírio de irmãos nossos que das quatro da manha ate as vinte da noite pedalam para que possam alimentar seus entes e queridos, um Quelimane onde voltarão a roncar as maquinas das fabricas Sococo, Favezal, Madal, Companhia da Zambézia, Efripel, Pescanova, Aquapesca, e muito mais! Um Quelimane onde as crianças deixaram de se sentar no chão ou em chamadas ‘carteiras especiais’, que mais os deformam do que formam! Um Quelimane onde a educação qualidade, e a saúde condigna não requeram espendiosas viagens para a capital do pais! Prezados trabalhadores Caros Munícipes, “Sindicatos pelo Emprego Digno, Salário Justo, Paz e Justiça no Trabalho”, é o lema deste ano, mas nós trabalhadores, gostaríamos de ver as nossas carências debeladas e as nossas vidas mais facilitadas, pois sabemos que milhares de trabalhadores desta urbe continuam a espera de um emprego, quanto mais salário justo, paz e justiça no trabalho que ainda está por vir?! A aposta no sector informal nos conduz a uma reflexão que poderá nos dar alguma tranquilidade, mas continuamos a envidar esforços com vista a encontrar outros espaços de maior empregabilidade urbana, peri-urbana e sub-urbana. Queremos fazer de Quelimane, a capital do “Emprego Digno, do Salário Justo e da Paz e Justiça Laboral! Foi para isso e por isso que a 7 de Dezembro de 2012 os trabalhadores de Quelimane votaram deliberada e inequivocamente na MUDANCA e essa MUDANCA que nos representamos. De facto, 7 de Dezembro de 2011, vocês, trabalhadores residentes e ou com domicilio laborar neste município, entraram para a historia municipal, provincial, nacional, continental e ate mundial, ao terem decidido dizer CHEGA, BASTA! Agradeço-vos pela coragem! Agradeço-vos pela sabedoria! Agradeço-vos pelos ensinamentos que vos trabalhadores de Quelimane deram ao pais, ao continente e ao mundo &#8211; Vos trabalhadores de Quelimane sois os artífices, os PROFESORES DA DEMOCRACIA MUNICIPAL. Por isso, sendo esta a primeira vez que celebramos o Primeiro de Maio num espírito de MUDANÇA, permita-me que vos agradeça: DINOUTAMAALELANI. Alias, não poderia ser de outra maneira, pois sois repositórios dos mais dignos sentimentos e acções patrióticas. QUELIMANE E FRUTO DE UMA MISCEGENACAO MILENAR, dada a sua localização geográfica que lhe permitiu começar com o processo de globalização muito antes de outros povos. Nao foi por acaso que Vasco Da Gama, na sua lendária viagem que o levou a descobrir o: Caminho Marítimo para a India” parou por esta terra e baptizou o rio que a bafeja de “Rio Dos Bons Sinais”! Este e outros marcos da nossa historia provam que a globalização não e um fenômeno novo! E mais prova que Quelimane e mãe se não pai deste processo tão complexo como inovador que e a globalização! Prezadas trabalhadoras, Prezados trabalhadores, Caros colegas Hoje e o nosso dia! Sim nosso dia, porque somos todos trabalhadores! Somos trabalhadores desta pátria de Mondlane, de Samora, de Chissano, de Guebuza, de Simango, de Dhlakama, De Matsangaissa, e de Bonifácio Gruveta Massamba ) nosso HEROI! Somos pois trabalhadores moçambicanos com direitos e deveres, com responsabilidades pela melhoria das condições de vida de cada um de nos e de todos nos. Somos todos trabalhadores &#8211; os patrões, os empregados, os taxistas, os vendedores de rua e todos aqueles que no seu dia-a-dia, lutam para trazer pão a sua casa e para os seus! Todos nos, mas cada um a sua maneira trabalhamos para melhorar a nossa vida, para melhorar a vida dos próximos e porque não para melhorar a vida do nosso município, da nossa província e do nosso pais. Estimados munícipes, Seria injusto celebrarmos O Primeiro de Maio, sob o signo “Sindicatos pelo Emprego Digno, Salário Justo, Paz e Justiça no Trabalho” , sem olharmos para aquilo que acontece a nossa volta pois só um emprego digno nosso e daqueles que nos rodeiam, do um salário justo nosso e daqueles que nos rodeiam, só uma paz e justiça no trabalho nosso e daqueles que nos rodeiam faz sentido! A Luta por um salário justo e por melhores condições e centenária para não dizer milenar. O período esclavagista deve ter sido o pior em termos d desrespeito dos direitos dos trabalhadores, onde estes eram coisificados e a vida humana não tinha valor nenhum. O escravo, incluindo a própria vida do escravo eram propriedade do Senhor! Os precursores mais activos da luta pelos direitos dos trabalhadores remontam do século XVIII. Sir Robert Peel introduziu em 1802, uma lei conhecida como o “English Factory Act” no parlamento britânico, que visava a restrição do uso da mão de obra infantil e as excessivas horas de trabalho nas fabricas d processamento do algodão nas minas. Em 1819 outra legislação foi provada que definia os 9 anos como a idade mínima para o trabalho nas fábricas de processamento do algodão. A primeira união para discutir os princípios sobre os direitos dos trabalhadores teve lugar em Berna em 1980 e nele participaram apenas 14 países. Hoje a Organização Internacional do Trabalho, criada em 1919 sob os auspícios da Liga das Nações, e cuja missão original foi a de proteger os direitos dos sindicatos e dos trabalhadores depois da Primeira Guerra Mundial, tem mais d 174 países membros. Em Moçambique, a história do movimento sindical remonta do período colonial onde dominavam os Sindicatos Nacionais, de carácter colonial. Já em 1976, e principalmente com a dissolução do ultimo Sindicato Nacional em 1979, foram criados os Conselhos de Produção, com a missão não de representar os interesses dos trabalhadores, mas sim de Controla-los. Em 1983, foi criada a Organização dos Trabalhadores, OTM, como braço então partido único como a única organização autorizada para ‘representar’ os trabalhadores moçambicanos. As greves que ocorreram entre Janeiro a Marco de 1990, e o apático papel desempenhado pela OTM, como corolário do advento da democracia e do multipartidarismo abriu espaço para a criação de outros sindicatos. Na Segunda Conferencia Nacional realizada em 1990, a OTM separou-se oficialmente do partido único e proclamou-se Central Sindical. Por isso apelamos aos trabalhadores para que revitalizem a OTM outros sindicatos para que deixem de ser instituições usadas e instrumentalizadas pelo patronato, e que passem a ser instrumentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>MUNICÍPIO DE QUELIMANE<br />
CONSELHO MUNICIPAL</p>
<p>SENHORA SECRETARIA PERMANENTE DO GOVERNO DA PROVÍNCIA DA ZAMBÉZIA,<br />
SENHORES MEMBROS DO GOVERNO PROVINCIAL,<br />
SENHOR PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL,<br />
SENHOR REPRESENTANTE DO ESTADO NA AUTARQUIA DE QUELIMANE,<br />
SENHORES VEREADORES DO CONSELHO MUNICIPAL,<br />
SENHORES LIDERES COMUNITARIOS, E RELIGIOSOS,<br />
SENHORES EMPRESARIOS,<br />
PREZADOS TRABALHADORES, COLEGAS,</p>
<p>CAROS MUNÍCIPES,<br />
MINHAS SENHORAS E MEUS SENHORES,</p>
<p>Já é nossa tradição dar as boas vindas aos nossos hóspedes, confortando-os com o nosso calor de afabilidade, com a nossa modéstia e franca hospitalidade e com a nossa contagiante alegria.</p>
<p>Sejam bem-vindos a esta grandiosa festa, Ilustríssimos Convidados,<br />
Caros Munícipes, Minhas Senhoras e Meus Senhores.<br />
Celebramos hoje mais uma data de honra, uma data para os nossos mestres, nossos operários, nossos trabalhadores do campo e dos diversos sectores de trabalho.</p>
<p>Celebramos uma data em que lembramos os fazedores e contribuintes decisivos do desenvolvimento do nosso País e Província, em geral, e da nossa Cidade, em particular, O Trabalhador.</p>
<p>O Trabalhador é a força motriz quer dos processos de crescimento económico quer do desenvolvimento. Hoje, reafirmamos o perfil do<br />
Trabalhador como sendo aquele que faz acontecer o progresso e galvaniza a sua luta conjugando-a com os esforços pela criação da riqueza, condição sine qua non para a promoção do crescimento e desenvolvimento económico e social da terra que nos viu nascer.</p>
<p>Desde a proclamação da Independência Nacional, e mesmo durante o jugo<br />
colonial, o Trabalhador almejou pela sua libertação incondicional de certo tipo de patrões, na tentativa de ver-se livre da tirania e dos<br />
abusos que infligem. Ontem como hoje, registamos com alguma apreensão a existência de certo patronato que insiste na violação sistemática os direitos mais elementares dos trabalhadores. Assistimos a trabalhadores que são expulsos, pelo simples facto de estarem a gozar um dos direitos consagrados na nossa lei mãe, a Constituição da Republica. Alias, por ocasião do lançamento da semana do trabalhador,<br />
a OTM – Central Sindical, anunciou que mais de uma dezena de trabalhadores perderam os seus postos de trabalho, por estarem a exigir os seus direitos!<br />
Estas constatações tornam a luta sindical uma necessidade imperiosa fazendo com que os trabalhadores se organizem a todo o custo, para a defesa dos seus direitos.<br />
Excelências<br />
Caros Convidados,<br />
Prezados Trabalhadores,<br />
Estimados Munícipes,<br />
Minhas irmãs e meus irmãos,</p>
<p>Quando olhamos à nossa volta, quando percorremos o nosso espaço municipal e olhamos pelo nosso parque industrial moribundo, quedamo-nos num presságio desolador, vendo cada vez mais distante a<br />
possibilidade do advento de um emprego mais digno, com um salário mais justo, numa paz e justiça laboral. Peço aos meus pais, mães, irmãos e irmãs que nunca percam a esperança de voltar a ver melhores dias, porque deste pedal onde me colocaram vislumbro com prazer um<br />
“Verdejante e prospero Quelimane”, um Quelimane, onde nenhum munícipe ira a cama sem pelo menos uma côdea de pão; um Quelimane, onde o emprego deixara de ser apenas apanágio dos eleitos, um Quelimane onde os táxis de bicicletas serão objecto de turismo e não de martírio de irmãos nossos que das quatro da manha ate as vinte da noite pedalam para que possam alimentar seus entes e queridos, um Quelimane onde voltarão a roncar as maquinas das fabricas Sococo, Favezal, Madal,<br />
Companhia da Zambézia, Efripel, Pescanova, Aquapesca, e muito mais! Um Quelimane onde as crianças deixaram de se sentar no chão ou em chamadas ‘carteiras especiais’, que mais os deformam do que formam! Um Quelimane onde a educação qualidade, e a saúde condigna não requeram espendiosas viagens para a capital do pais!</p>
<p>Prezados trabalhadores<br />
Caros Munícipes,<br />
“Sindicatos pelo Emprego Digno, Salário Justo, Paz e Justiça no<br />
Trabalho”, é o lema deste ano, mas nós trabalhadores, gostaríamos de ver as nossas carências debeladas e as nossas vidas mais facilitadas, pois sabemos que milhares de trabalhadores desta urbe continuam a espera de um emprego, quanto mais salário justo, paz e justiça no trabalho que ainda está por vir?!</p>
<p>A aposta no sector informal nos conduz a uma reflexão que poderá nos dar alguma tranquilidade, mas continuamos a envidar esforços com vista a encontrar outros espaços de maior empregabilidade urbana, peri-urbana e sub-urbana.</p>
<p>Queremos fazer de Quelimane, a capital do “Emprego Digno, do Salário Justo e da Paz e Justiça Laboral! Foi para isso e por isso que a 7 de Dezembro de 2012 os trabalhadores de Quelimane votaram deliberada e inequivocamente na MUDANCA e essa MUDANCA que nos representamos.</p>
<p>De facto, 7 de Dezembro de 2011, vocês, trabalhadores residentes e ou com domicilio laborar neste município, entraram para a historia municipal, provincial, nacional, continental e ate mundial, ao terem<br />
decidido dizer CHEGA, BASTA!<br />
Agradeço-vos pela coragem! Agradeço-vos pela sabedoria! Agradeço-vos pelos ensinamentos que vos trabalhadores de Quelimane deram ao pais, ao continente e ao mundo &#8211; Vos trabalhadores de Quelimane sois os artífices, os PROFESORES DA DEMOCRACIA MUNICIPAL.</p>
<p>Por isso, sendo esta a primeira vez que celebramos o Primeiro de Maio num espírito de MUDANÇA, permita-me que vos agradeça:<br />
DINOUTAMAALELANI.</p>
<p>Alias, não poderia ser de outra maneira, pois sois repositórios dos mais dignos sentimentos e acções patrióticas. QUELIMANE E FRUTO DE UMA MISCEGENACAO MILENAR, dada a sua localização geográfica que lhe permitiu começar com o processo de globalização muito antes de outros povos. Nao foi por acaso que Vasco Da Gama, na sua lendária viagem que o levou a descobrir o: Caminho Marítimo para a India” parou por esta terra e baptizou o rio que a bafeja de “Rio Dos Bons Sinais”! Este e outros marcos da nossa historia provam que a globalização não e um fenômeno novo! E mais prova que Quelimane e mãe se não pai deste processo tão complexo como inovador que e a globalização!</p>
<p>Prezadas trabalhadoras,<br />
Prezados trabalhadores,</p>
<p>Caros colegas</p>
<p>Hoje e o nosso dia! Sim nosso dia, porque somos todos trabalhadores! Somos trabalhadores desta pátria de Mondlane, de Samora, de Chissano, de Guebuza, de Simango, de Dhlakama, De Matsangaissa, e de Bonifácio Gruveta Massamba ) nosso HEROI! Somos pois trabalhadores moçambicanos com direitos e deveres, com responsabilidades pela melhoria das condições de vida de cada um de nos e de todos nos. Somos todos trabalhadores &#8211; os patrões, os empregados, os taxistas, os vendedores de rua e todos aqueles que no seu dia-a-dia, lutam para trazer pão a sua casa e para os seus! Todos nos, mas cada um a sua maneira trabalhamos para melhorar a nossa vida, para melhorar a vida dos próximos e porque não para melhorar a vida do nosso município, da nossa província e do nosso pais.</p>
<p>Estimados munícipes,<br />
Seria injusto celebrarmos O Primeiro de Maio, sob o signo “Sindicatos pelo Emprego Digno, Salário Justo, Paz e Justiça no Trabalho” , sem olharmos para aquilo que acontece a nossa volta pois só um emprego digno nosso e daqueles que nos rodeiam, do um salário justo nosso e daqueles que nos rodeiam, só uma paz e justiça no trabalho nosso e daqueles que nos rodeiam faz sentido!<br />
A Luta por um salário justo e por melhores condições e centenária para não dizer milenar. O período esclavagista deve ter sido o pior em termos d desrespeito dos direitos dos trabalhadores, onde estes eram coisificados e a vida humana não tinha valor nenhum. O escravo, incluindo a própria vida do escravo eram propriedade do Senhor!<br />
Os precursores mais activos da luta pelos direitos dos trabalhadores remontam do século XVIII. Sir Robert Peel introduziu em 1802, uma lei conhecida como o “English Factory Act” no parlamento britânico, que<br />
visava a restrição do uso da mão de obra infantil e as excessivas horas de trabalho nas fabricas d processamento do algodão nas minas. Em 1819 outra legislação foi provada que definia os 9 anos como a idade mínima para o trabalho nas fábricas de processamento do algodão.<br />
A primeira união para discutir os princípios sobre os direitos dos trabalhadores teve lugar em Berna em 1980 e nele participaram apenas 14 países.</p>
<p>Hoje a Organização Internacional do Trabalho, criada em 1919 sob os auspícios da Liga das Nações, e cuja missão original foi a de proteger os direitos dos sindicatos e dos trabalhadores depois da Primeira Guerra Mundial, tem mais d 174 países membros.<br />
Em Moçambique, a história do movimento sindical remonta do período colonial onde dominavam os Sindicatos Nacionais, de carácter colonial.<br />
Já em 1976, e principalmente com a dissolução do ultimo Sindicato Nacional em 1979, foram criados os Conselhos de Produção, com a missão não de representar os interesses dos trabalhadores, mas sim de<br />
Controla-los. Em 1983, foi criada a Organização dos Trabalhadores, OTM, como braço então partido único como a única organização autorizada para ‘representar’ os trabalhadores moçambicanos.</p>
<p>As greves que ocorreram entre Janeiro a Marco de 1990, e o apático papel desempenhado pela OTM, como corolário do advento da democracia e do multipartidarismo abriu espaço para a criação de outros<br />
sindicatos. Na Segunda Conferencia Nacional realizada em 1990, a OTM separou-se oficialmente do partido único e proclamou-se Central Sindical.</p>
<p>Por isso apelamos aos trabalhadores para que revitalizem a OTM outros sindicatos para que deixem de ser instituições usadas e instrumentalizadas pelo patronato, e que passem a ser instrumentos de luta na promoção e defesa dos direitos dos trabalhadores. Na senda do recém aprovado instrumento jurídico pelo Conselho de Ministros que abre a possibilidade da sindicalização da função pública quero apelar a todos os trabalhadores da função publica para que não se coíbam e se sindicalizem. E mais aos funcionários do concelho Municipal de Quelimane convido-os a encetarem passos no sentido d serem os primeiros a sindicalizar-se para a protecção dos seus direitos pois somos de corpo e alma por “Sindicatos genuínos que lutam por um Emprego Digno, Salário Justo, Paz e Justiça no Trabalho” !</p>
<p>Boas Festas Caros colegas, Trabalhadores,</p>
<p>Bem haja o 1° de Maio, Dia Internacional dos Trabalhadores.</p>
<p>Muito Obrigado.</p>
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		<title>Mensagem por ocasião das celebrações do dia da liberdade de imprensa e expressão</title>
		<link>http://manueldearaujo.org/mensagem-por-ocasiao-das-celebracoes-do-dia-da-liberdade-de-imprensa-e-expressao/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 13:31:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[News]]></category>
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		<description><![CDATA[Caros Munícipes da Cidade de Quelimane, Quelimane, este município que a história, ao longo de anos, ensinou a amar a liberdade, e a opor-se a todas as formas de manipulação, levantando a voz em resposta ao apelo dos que em quem se revê, aproveita a passagem de mais um dia da liberdade de imprensa e expressão, para prestar a devida homenagem, a todas e todos os profissionais da comunicação social, que exercem devidamente as suas funções, tornando-se alvo de perseguições, agressões físicas e morais, detenções e prisões. A democracia faz-se não somente pela multiplicação de partidos políticos e realização de pleitos eleitorais mas, também e sobretudo, da liberdade de imprensa e expressão, pois uma comunicação social “livre, pluralista e independente” desempenha com brio seu objecto social, de monitoria e denúncia dos factos atinentes à vida política, social, económica e cultural de uma sociedade. Se a sociedade civil é uma pedra angular da democracia, a comunicação social, e em particular os jornalistas, têm um importante papel na formação de uma consciência que a estruture. Ontem como hoje, Quelimane continua a honrar a história de um povo que sempre amou a liberdade, reconhecendo a competência e imparcialidade dos órgãos de comunicação social no engrandecimento de nosso município. O caminho a percorrer ainda mostra-se sinuoso, atribulado e longo. A importância da liberdade de imprensa e expressão deve constituir um refrão em todas nossas acções, pois ocupa o cerne da noção da democracia e é crucial para o efectivo respeitos aos direitos humanos. A todas e todos profissionais que tem contribuído pela competência e imparcialidade dos órgãos de comunicação social a nível do município de Quelimane em particular, e em Moçambique em geral, em nome da cidade e de mim, o meu justo agradecimento. Todos juntos não seremos demais para tornar Quelimane melhor e mais justo, rumo aos bons sinais. Manuel de Araújo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros Munícipes da Cidade de Quelimane,</p>
<p>Quelimane, este município que a história, ao longo de anos, ensinou a amar a liberdade, e a opor-se a todas as formas de manipulação, levantando a voz em resposta ao apelo dos que em quem se revê, aproveita a passagem de mais um dia da liberdade de imprensa e expressão, para prestar a devida homenagem, a todas e todos os profissionais da comunicação social, que exercem devidamente as suas funções, tornando-se alvo de perseguições, agressões físicas e morais, detenções e prisões. A democracia faz-se não somente pela multiplicação de partidos políticos e realização de pleitos eleitorais mas, também e sobretudo, da liberdade de imprensa e expressão, pois uma comunicação social “livre, pluralista e independente” desempenha com brio seu objecto social, de monitoria e denúncia dos factos atinentes à vida política, social, económica e cultural de uma sociedade. Se a sociedade civil é uma pedra angular da democracia, a comunicação social, e em particular os jornalistas, têm um importante papel na formação de uma consciência que a estruture. Ontem como hoje, Quelimane continua a honrar a história de um povo que sempre amou a liberdade, reconhecendo a competência e imparcialidade dos órgãos de comunicação social no engrandecimento de nosso município. O caminho a percorrer ainda mostra-se sinuoso, atribulado e longo. A importância da liberdade de imprensa e expressão deve constituir um refrão em todas nossas acções, pois ocupa o cerne da noção da democracia e é crucial para o efectivo respeitos aos direitos humanos. A todas e todos profissionais que tem contribuído pela competência e imparcialidade dos órgãos de comunicação social a nível do município de Quelimane em particular, e em Moçambique em geral, em nome da cidade e de mim, o meu justo agradecimento. Todos juntos não seremos demais para tornar Quelimane melhor e mais justo, rumo aos bons sinais.</p>
<p>Manuel de Araújo</p>
]]></content:encoded>
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		<title>AGRADECIMENTOS</title>
		<link>http://manueldearaujo.org/agradecimentos-2/</link>
		<comments>http://manueldearaujo.org/agradecimentos-2/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 06:28:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros  munícipes  de Quelimane, Caros amigos e apoiantes da candidatura de Manuel De Araújo e do MDM &#160; Conseguimos! Quando decidimos avançar para a corrida a eleição do Presidente do Conselho Municipal da Cidade de Quelimane nas eleições intercalares do dia 7 de Dezembro, fizemo-lo com a convicção de que podiamos conseguir trazer para a nossa responsabilidade a gestão do município. Fizemo-lo com a crença de que não estavamos sós. E que a causa que moveu o nosso esforço era de todos nós, por isso mesmo dissemos, “Quelimane para Todos”. Fizemo-lo com a convicção de que a natureza dos problemas que a nossa cidade vive, são passíveis de solução. Estavamos convictos de que a ausência de sinais de progresso, e o aumento da precariedade na nossa cidade estavam associados a erros de políticas deliberadamente tomadas pelo partido no poder. A nossa responsabilidade cívica conduziu-nos a indignação pelo estado de pobreza, precariedade, perda de dignidade e da beleza desta cidade que em tempos plantou orgulho nos seus citadinos e nos filhos da terra. As nossas estradas; o sistemas de saneamento; os serviços básicos de saúde e educação; as infra-estruturas geradoras de desenvolvimento; o sector productivo; todos estes elementos fundamentais para o bem estar dos munícipes e de quem visita Quelimane, foram intencionalmente destruídos. Caros munícipes, caros apoiantes de Manuel de Araújo e do MDM. Nós merecemos ao longo do periodo eleitoral uma particular atenção, e ficamos confrontados com uma máquina pesada que fez apelo a todos os recursos, com o objectivo único de vencer a corrida e assegurar a sua manutenção no poder. A consciência cívica, e a victoria às forças do medo foram fundamentais para declarar nas urnas a vontade de mudança. E assim conseguimos! O dia 7 de Dezembro fica marcado na história da nossa democracia. Vencemos as eleições. E fomos confirmados oficialmente pela CNE no dia 12 de Dezembro como vencedores. Essa nova realidade histórica que se reescreve na nossa democracia, se deve ao vosso apoio a causa da nossa candidatura. Recebemos de diversas formas apoio de várias pessoas, homens e mulheres, desde crianças até aos nossos mais velhos. Recebemos o vosso apoio no terreno e através das redes sociais que funcionaram como veículo de diálogo e de informação e comunicação. E quero contar com todos vocês, apoiantes tanto da nossa candidatura como daqueles que apoiaram a candidatura dos meus adversários, no novo processo de governação do município de Quelimane que deverá ser inclusivo e com uma forte dimensão participativa. Vamos fazer de Quelimane a cidade dos “bons sinais”. &#160; Manuel de Araújo e o MDM agradecem profundamente o vosso apoio! Muito obrigado, conseguimos! &#160; &#160; Manuel de Araújo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros  munícipes  de Quelimane,</p>
<p>Caros amigos e apoiantes da candidatura de Manuel De Araújo e do MDM</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conseguimos!</p>
<p>Quando decidimos avançar para a corrida a eleição do Presidente do Conselho Municipal da Cidade de Quelimane nas eleições intercalares do dia 7 de Dezembro, fizemo-lo com a convicção de que podiamos conseguir trazer para a nossa responsabilidade a gestão do município. Fizemo-lo com a crença de que não estavamos sós. E que a causa que moveu o nosso esforço era de todos nós, por isso mesmo dissemos, “Quelimane para Todos”.</p>
<p>Fizemo-lo com a convicção de que a natureza dos problemas que a nossa cidade vive, são passíveis de solução. Estavamos convictos de que a ausência de sinais de progresso, e o aumento da precariedade na nossa cidade estavam associados a erros de políticas deliberadamente tomadas pelo partido no poder. A nossa responsabilidade cívica conduziu-nos a indignação pelo estado de pobreza, precariedade, perda de dignidade e da beleza desta cidade que em tempos plantou orgulho nos seus citadinos e nos filhos da terra. As nossas estradas; o sistemas de saneamento; os serviços básicos de saúde e educação; as infra-estruturas geradoras de desenvolvimento; o sector productivo; todos estes elementos fundamentais para o bem estar dos munícipes e de quem visita Quelimane, foram intencionalmente destruídos.</p>
<p>Caros munícipes, caros apoiantes de Manuel de Araújo e do MDM.</p>
<p>Nós merecemos ao longo do periodo eleitoral uma particular atenção, e ficamos confrontados com uma máquina pesada que fez apelo a todos os recursos, com o objectivo único de vencer a corrida e assegurar a sua manutenção no poder. A consciência cívica, e a victoria às forças do medo foram fundamentais para declarar nas urnas a vontade de mudança. E assim conseguimos!</p>
<p>O dia 7 de Dezembro fica marcado na história da nossa democracia. Vencemos as eleições. E fomos confirmados oficialmente pela CNE no dia 12 de Dezembro como vencedores. Essa nova realidade histórica que se reescreve na nossa democracia, se deve ao vosso apoio a causa da nossa candidatura. Recebemos de diversas formas apoio de várias pessoas, homens e mulheres, desde crianças até aos nossos mais velhos. Recebemos o vosso apoio no terreno e através das redes sociais que funcionaram como veículo de diálogo e de informação e comunicação. E quero contar com todos vocês, apoiantes tanto da nossa candidatura como daqueles que apoiaram a candidatura dos meus adversários, no novo processo de governação do município de Quelimane que deverá ser inclusivo e com uma forte dimensão participativa.</p>
<p>Vamos fazer de Quelimane a cidade dos “bons sinais”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Manuel de Araújo e o MDM agradecem profundamente o vosso apoio!</p>
<p>Muito obrigado, conseguimos!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Manuel de Araújo</p>
<p style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 26px;"><strong><br />
</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>REFLEXAO DE ANTIGO JUIZ CONSELHEIRO DO TRIBUNAL SUPREMO, JOAO CARLOS TRINDADE, SOBRE AS ELEICOES EM QUELIMANE</title>
		<link>http://manueldearaujo.org/reflexao-de-antigo-juiz-conselheiro-do-tribunal-supremo-joao-carlos-trindade-sobre-as-eleicoes-em-quelimane/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 14:07:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Editado por  Apóstolo da Desgraça   Na minha cidade natal, se pudesse votar, votava Manuel de Araujo.   João Carlos Trindade   Já defendi essa filosofia, mas o seu tempo de validade esgotou-se. O &#8220;Partido da Independência&#8221; já não é este, com o devido respeito. Aquele &#8220;Partido da Independência&#8221; que mereceu a nossa admiração e total apoio (onde muitos, como eu próprio, militámos) não faria uma campanha tão vazia de propostas e de soluções nem de tão baixo nível como se viu nestes dias. Porquê, então, continuar a dar o benefício da dúvida à orientação política hoje dominante e não dá-la a um jovem candidato que tem formação e quer mostrar serviço? Atenção, que estamos a falar de eleições municipais e não legislativas, nem presidenciais&#8230; Se o candidato não responder às suas promessas e não pautar a sua gestão por princípios de ética, de respeito pelo &#8220;outro&#8221;, de participação democrática e cidadania activa, de salvaguarda dos interesses dos mais desfavorecidos &#8211; que é o que os quelimanenses dele esperam -, então o eleitorado cá estará nas próximas eleições para o castigar nas urnas&#8230;   Replica do Paul Fauvet   Votar MDM? Nunca! Conheco Manuel de Araujo e Maria Moreno e considero que eles sao pessoas inteligentes e simpaticos, e sem duvida querem o melhor para os seus municipios. Mas isso nao e&#8217; suficiente para um voto consciente. Quando eu oico o lider do partido, Daviz Simango, sempre a atacar &#8220;os comunistas&#8221; (e, apesar de tudo, eu continuo a ser comunista), nao tenho duvidas que isso e&#8217; um partido de direita. E eu nao voto na direita. Sim, a campanha da Frelimo era muito negativa e arrogante, com aspectos absurdos (a questao da familia de Manuel de Araujo, por exemplo). Mas, no fim do dia, temos de votar politiicamente, com as nossas cabecas e nao com as nossas coracoes. E&#8217; triste &#8211; votar para a Frelimo porque as alternativas sao bem piores, mas e&#8217; o problema que a esquerda tem em grande parte do mundo. Na minha terra natal, votamos para o Partido Tabalhista, nao porque acreditamos que os Srs Blair, Brown ou Miliband vao trazer milagres, mas porque sabemos que os conservadores de David Cameron sao os inimigos do povo trabalhador.   Rebate de João Carlos Trindade   Eu compreendo e respeito a tua posição, Paul Fauvet, mas não me parece que os contextos europeu e moçambicano sejam, neste caso particular, comparáveis. Eu também me considero politicamente identificado com os valores da esquerda, e a minha escolha é consciente, não muda ao sabor do vento&#8230; Quem assumiu essa mudança parece ter sido o &#8220;nosso&#8221; Partido, a partir do 5º Congresso. Embora esteja ainda filiado na família da Internacional Socialista, não encontro, nem na sua doutrina nem na sua prática políticas, nada que se possa identificar com a ideia de socialismo&#8230; Cada vez está mais longe disso&#8230; É verdade que ainda há gente de esquerda e socialista no seio do Partido, mas é por demais evidente que é uma minoria completamente manietada e sem poder de influenciar o rumo e as grandes decisões políticas&#8230; Por isso, deixar de votar num candidato apoiado pelo MDM é um acto tanto ou mais &#8220;de direita&#8221; do que votar em Lourenço Aboobakar (ou acreditas que este não teria o mesmo discurso anti-comunista de Deviz Simango?)&#8230; O primeiro merece, pelo menos, o benefício da dúvida. É jovem, tem formação, uma evidente base ampla de apoio e enfrentou com coragem uma máquina político-partidária incomensuravelmente superior que, ainda por cima, não respeitou com lisura as &#8220;regras do jogo&#8221;&#8230; Atenção, volto a sublinhar, como num post anterior: estamos a tratar de eleições municipais para uma cidade (por sinal, a minha cidade natal), não de eleições legislativas ou municipais. Mais do que em qualquer outra, aqui vota-se em pessoas, não em partidos&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
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<h2><a href="http://manueldearaujo.org/wp-content/uploads/2011/12/Comicio-no-Xirangano1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1427" title="Comicio no Xirangano" src="http://manueldearaujo.org/wp-content/uploads/2011/12/Comicio-no-Xirangano1-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>Editado por  <a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=1846664610" target="_blank"><span style="color: #0066cc;">Apóstolo da Desgraça</span></a></h2>
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<div>Na minha cidade natal, se pudesse votar, votava Manuel de Araujo.</div>
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<div>João Carlos Trindade</div>
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<div style="text-align: justify;">Já defendi essa filosofia, mas o seu tempo de validade esgotou-se. O &#8220;Partido da Independência&#8221; já não é este, com o devido respeito. Aquele &#8220;Partido da Independência&#8221; que mereceu a nossa admiração e total apoio (onde muitos, como eu próprio, militámos) não faria uma campanha tão vazia de propostas e de soluções nem de tão baixo nível como se viu nestes dias. Porquê, então, continuar a dar o benefício da dúvida à orientação política hoje dominante e não dá-la a um jovem candidato que tem formação e quer mostrar serviço? Atenção, que estamos a falar de eleições municipais e não legislativas, nem presidenciais&#8230; Se o candidato não responder às suas promessas e não pautar a sua gestão por princípios de ética, de respeito pelo &#8220;outro&#8221;, de participação democrática e cidadania activa, de salvaguarda dos interesses dos mais desfavorecidos &#8211; que é o que os quelimanenses dele esperam -, então o eleitorado cá estará nas próximas eleições para o castigar nas urnas&#8230;</div>
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<div style="text-align: justify;">Replica do Paul Fauvet</div>
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<div style="text-align: justify;">Votar MDM? Nunca! Conheco Manuel de Araujo e Maria Moreno e considero que eles sao pessoas inteligentes e simpaticos, e sem duvida querem o melhor para os seus municipios. Mas isso nao e&#8217; suficiente para um voto consciente. Quando eu oico o lider do partido, Daviz Simango, sempre a atacar &#8220;os comunistas&#8221; (e, apesar de tudo, eu continuo a ser comunista), nao tenho duvidas que isso e&#8217; um partido de direita. E eu nao voto na direita. Sim, a campanha da Frelimo era muito negativa e arrogante, com aspectos absurdos (a questao da familia de Manuel de Araujo, por exemplo). Mas, no fim do dia, temos de votar politiicamente, com as nossas cabecas e nao com as nossas coracoes. E&#8217; triste &#8211; votar para a Frelimo porque as alternativas sao bem piores, mas e&#8217; o problema que a esquerda tem em grande parte do mundo. Na minha terra natal, votamos para o Partido Tabalhista, nao porque acreditamos que os Srs Blair, Brown ou Miliband vao trazer milagres, mas porque sabemos que os conservadores de David Cameron sao os inimigos do povo trabalhador.</div>
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<div style="text-align: justify;">Rebate de João Carlos Trindade</div>
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<div style="text-align: justify;">Eu compreendo e respeito a tua posição, Paul Fauvet, mas não me parece que os contextos europeu e moçambicano sejam, neste caso particular, comparáveis. Eu também me considero politicamente identificado com os valores da esquerda, e a minha escolha é consciente, não muda ao sabor do vento&#8230; Quem assumiu essa mudança parece ter sido o &#8220;nosso&#8221; Partido, a partir do 5º Congresso. Embora esteja ainda filiado na família da Internacional Socialista, não encontro, nem na sua doutrina nem na sua prática políticas, nada que se possa identificar com a ideia de socialismo&#8230; Cada vez está mais longe disso&#8230; É verdade que ainda há gente de esquerda e socialista no seio do Partido, mas é por demais evidente que é uma minoria completamente manietada e sem poder de influenciar o rumo e as grandes decisões políticas&#8230; Por isso, deixar de votar num candidato apoiado pelo MDM é um acto tanto ou mais &#8220;de direita&#8221; do que votar em Lourenço Aboobakar (ou acreditas que este não teria o mesmo discurso anti-comunista de Deviz Simango?)&#8230; O primeiro merece, pelo menos, o benefício da dúvida. É jovem, tem formação, uma evidente base ampla de apoio e enfrentou com coragem uma máquina político-partidária incomensuravelmente superior que, ainda por cima, não respeitou com lisura as &#8220;regras do jogo&#8221;&#8230; Atenção, volto a sublinhar, como num post anterior: estamos a tratar de eleições municipais para uma cidade (por sinal, a minha cidade natal), não de eleições legislativas ou municipais. Mais do que em qualquer outra, aqui vota-se em pessoas, não em partidos&#8230;</div>
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		<title>Showmicio no Xirangano: Um Grito pela Libertação</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 19:55:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Showmício no campo do Xirangano foi o ponto mais alto da nossa campanha. Milhares de quelimanenses vieram dar o seu grito pela mudança, a MUDANÇA RUMO AOS BONS SINAIS!   A parte mais interessante foi ver quelimanenses de todas as cores, juntos por uma candidatura. Foi extraordinário ver presentes no Showomício mais do que apoiantes do MDM, mas também os da RENAMO, grande parte dos que antes se identificavam com a FRELIMO, do PDD e de outros partidos da oposição. O Comício que juntou um mar de gente teve a proeza de acontecer à um dia do fecho da campanha eleitoral. Pode ver o video do show mício abaixo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Showmício no campo do Xirangano foi o ponto mais alto da nossa campanha. Milhares de quelimanenses vieram dar o seu grito pela mudança, a MUDANÇA RUMO AOS BONS SINAIS!</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">A parte mais interessante foi ver quelimanenses de todas as cores, juntos por uma candidatura. Foi extraordinário ver presentes no Showomício mais do que apoiantes do MDM, mas também os da RENAMO, grande parte dos que antes se identificavam com a FRELIMO, do PDD e de outros partidos da oposição. O Comício que juntou um mar de gente teve a proeza de acontecer à um dia do fecho da campanha eleitoral.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode ver o video do show mício abaixo.</p>
<p style="text-align: center;">
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		<title>‘Chuabo’ lança grito de revolta</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 19:15:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Edwin Hounnou, in Canalmoz   Quelimane (Canalmoz) – Quelimane, “Cidade Chuabo”, como os nativos a apelidam, pode chorar de pena e de consternação. Desde a Independência Nacional, a 25 de Junho de 1975, a “Cidade Chuabo” foi conhecendo, gradualmente, a regressão e destruição sistemática provocada pelos sucessivos governos locais até desaguar num mar de problemas sem solução à vista até ao presente. A falta de água é crónica e dramática. Na periferia da cidade, o problema da escassez, ou ausência dela, tem contornos alarmantes. Mulheres e crianças acotovelam-se, com seus biddons, durante o dia todo, junto aos furos que, muitas vezes, de manhã ao pôr-do-sol, não jorram uma pinga de água para molhar a garganta, como bem canta o músico moçambicano Fernando Luís. Na abertura da campanha, Pio Matos, ex-edil, disse que sai de cabeça erguida porque “a Frelimo levou água aos bairros”. Esta “lata” não convenceu ninguém. O choro pela água faz-se ouvir, cada vez com maior intensidade. Pio Matos, um dos “generais” da campanha do partido Frelimo, mentiu ao dizer que deixou o município com o problema de água resolvido. Bom falante, o edil humilhado que ao demitir-se suscitaria eleições “intercalares” na terra dos Chuabos, fala rodopiando. A verdadeira falácia da água só poderia sair da boca de um grande mágico… O problema da água é grave e ainda nem ainda começou a ser atacado. As pessoas dizem que “a Frelimo e o Pio dele nos enganaram três vezes”. Prometem resolver o mesmo problema, mas, quando chegam ao poder, preocupam-se mais com suas negociatas. Não se interessam com os problemas da urbe. “Chuabo” é uma miscelânea de cidade e campo. Em plena cidade há construção de habitação com material precário, quintais com cercado de restos de madeira sem valor para ser vendida ao exterior porque está na moda, no País, exportar madeira não processada, um negócio chorudo envolvendo elites ligadas ao partido no poder e cidadãos chineses que, também, andam de “táxi” de bicicleta aqui em Quelimane. Por aqui vêem-se camiões de grande tonelagem, carregados de toros de madeira, a circular pelas ruas da cidade, danificando o pavimento, sob o olhar impávido das autoridades que deveriam disciplinar a circulação desses camiões. Ninguém pode ser juiz em causa própria. Os que deveriam velar pela administração pública estão hoje em negociatas atrás dos balcões das instituições do Estado. Gerem os seus negócios pessoais instalados em repartições do Estado. Não põem termos a estes atentados aos bens do erário público, não impedem a circulação de camiões porque os negócios são todos de gente da mesma família política. Quelimane assim se degrada. A “Cidade Chuabo” tem lixo amontoado nas suas esquinas que nao é retirado regularmente. As suas ruas estão esburacadas. Agora que a campanha eleitoral está a decorrer, as autoridades municipais trabalham, a todo o gás, para tapar a vergonha. O que deveria ser o seu trabalho quotidiano, é feito em época de campanha eleitoral para enganar os mais distraídos. “Chuabo” parou no tempo e, como ironia, os autores da sua desgraça, de cinco em cinco anos, voltam a bater-lhe à porta à caça de votos para continuarem a curtir. Manuel de Araújo, candidato do Movimento Democrático de Moçambique, disse que a sua candidatura é um grito de revolta. Serve para dizer “basta de brincar com mwana chuabo”. A luta nestas “intercalares” está ao rubro. É já na próxima quarta-feira que os munícipes da capital da Zambézia vão às urnas. Esta é a capital da segunda província mais populosa do País. Não se consegue ter uma percepção segura de qual poderá ser o desfecho destas eleições. O certo, porém, é que Manuel Araújo está a mexer com tudo e com todos e o seu nome é o mais comentado, sobretudo na periferia e entre os jovens. Não surpreenderá se a oposição vencer, mas o receio da fraude está presente e poderá, a acontecer, ser a faísca que incendiará a pradaria. Recomenda-se o maior civismo, por eleições justas. (Edwin Hounnou) &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<address>Por Edwin Hounnou, in Canalmoz</address>
<address> </address>
<p><a href="http://manueldearaujo.org/wp-content/uploads/2011/12/manuel-de-Araujo-e-Daviz-Simango-cumprimentando-apoiantes1.bmp"><img class="aligncenter size-full wp-image-1412" title="manuel de Araujo e Daviz Simango cumprimentando apoiantes" src="http://manueldearaujo.org/wp-content/uploads/2011/12/manuel-de-Araujo-e-Daviz-Simango-cumprimentando-apoiantes1.bmp" alt="" /></a></p>
<p>Quelimane (Canalmoz) – Quelimane, “Cidade Chuabo”, como os nativos a apelidam, pode chorar de pena e de consternação. Desde a Independência Nacional, a 25 de Junho de 1975, a “Cidade Chuabo” foi conhecendo, gradualmente, a regressão e destruição sistemática provocada pelos sucessivos governos locais até desaguar num mar de problemas sem solução à vista até ao presente.</p>
<p style="text-align: justify;">A falta de água é crónica e dramática. Na periferia da cidade, o problema da escassez, ou ausência dela, tem contornos alarmantes. Mulheres e crianças acotovelam-se, com seus biddons, durante o dia todo, junto aos furos que, muitas vezes, de manhã ao pôr-do-sol, não jorram uma pinga de água para molhar a garganta, como bem canta o músico moçambicano Fernando Luís.</p>
<p style="text-align: justify;">Na abertura da campanha, Pio Matos, ex-edil, disse que sai de cabeça erguida porque “a Frelimo levou água aos bairros”. Esta “lata” não convenceu ninguém. O choro pela água faz-se ouvir, cada vez com maior intensidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Pio Matos, um dos “generais” da campanha do partido Frelimo, mentiu ao dizer que deixou o município com o problema de água resolvido. Bom falante, o edil humilhado que ao demitir-se suscitaria eleições “intercalares” na terra dos Chuabos, fala rodopiando. A verdadeira falácia da água só poderia sair da boca de um grande mágico…<span id="more-1403"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O problema da água é grave e ainda nem ainda começou a ser atacado. As pessoas dizem que “a Frelimo e o Pio dele nos enganaram três vezes”. Prometem resolver o mesmo problema, mas, quando chegam ao poder, preocupam-se mais com suas negociatas. Não se interessam com os problemas da urbe.</p>
<p style="text-align: justify;">“Chuabo” é uma miscelânea de cidade e campo. Em plena cidade há construção de habitação com material precário, quintais com cercado de restos de madeira sem valor para ser vendida ao exterior porque está na moda, no País, exportar madeira não processada, um negócio chorudo envolvendo elites ligadas ao partido no poder e cidadãos chineses que, também, andam de “táxi” de bicicleta aqui em Quelimane.</p>
<p style="text-align: justify;">Por aqui vêem-se camiões de grande tonelagem, carregados de toros de madeira, a circular pelas ruas da cidade, danificando o pavimento, sob o olhar impávido das autoridades que deveriam disciplinar a circulação desses camiões. Ninguém pode ser juiz em causa própria. Os que deveriam velar pela administração pública estão hoje em negociatas atrás dos balcões das instituições do Estado. Gerem os seus negócios pessoais instalados em repartições do Estado. Não põem termos a estes atentados aos bens do erário público, não impedem a circulação de camiões porque os negócios são todos de gente da mesma família política. Quelimane assim se degrada.</p>
<p style="text-align: justify;">A “Cidade Chuabo” tem lixo amontoado nas suas esquinas que nao é retirado regularmente. As suas ruas estão esburacadas. Agora que a campanha eleitoral está a decorrer, as autoridades municipais trabalham, a todo o gás, para tapar a vergonha. O que deveria ser o seu trabalho quotidiano, é feito em época de campanha eleitoral para enganar os mais distraídos.</p>
<p style="text-align: justify;">“Chuabo” parou no tempo e, como ironia, os autores da sua desgraça, de cinco em cinco anos, voltam a bater-lhe à porta à caça de votos para continuarem a curtir.</p>
<p style="text-align: justify;">Manuel de Araújo, candidato do Movimento Democrático de Moçambique, disse que a sua candidatura é um grito de revolta. Serve para dizer “basta de brincar com mwana chuabo”.</p>
<p style="text-align: justify;">A luta nestas “intercalares” está ao rubro. É já na próxima quarta-feira que os munícipes da capital da Zambézia vão às urnas. Esta é a capital da segunda província mais populosa do País. Não se consegue ter uma percepção segura de qual poderá ser o desfecho destas eleições. O certo, porém, é que Manuel Araújo está a mexer com tudo e com todos e o seu nome é o mais comentado, sobretudo na periferia e entre os jovens.</p>
<p style="text-align: justify;">Não surpreenderá se a oposição vencer, mas o receio da fraude está presente e poderá, a acontecer, ser a faísca que incendiará a pradaria. Recomenda-se o maior civismo, por eleições justas. <strong>(Edwin Hounnou)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>CARTA ABERTA AOS MEUS IRMÃOS DE QUELIMANE</title>
		<link>http://manueldearaujo.org/carta-aberta-aos-meus-irmaos-de-quelimane/</link>
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		<pubDate>Sun, 04 Dec 2011 12:11:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[Por. Apostolo da Desgraca &#8220;O bom cidadão tem que se sentir indignado&#8221; (Elísio Macamo) Vou ser breve. Irmãos, o país está ao rubro. Vem aí, a 7 de Dezembro, as eleiçoes intercalares para a escolha dos futuros edis das cidades de Quelimane, de Cuamba e de Pemba. Esta carta vai especificamente para os eleitores da cidade de Quelimane. Como todos vocês já devem saber, este evento é uma oportunidade única para que todos os citadinos quelimanenses adoptem a mudança que verdadeiramente querem para a sua condição, para as suas vidas e para a cidade na qual vivem, estudam e trabalham. É um facto, para todo aquele que tiver olhos de ver, que a cidade de Quelimane encontra-se num marasmo ambiental inaceitável. Estradas esburacadas, infra-estruturas degradadas, saneamento quase inexistente, urbanismo deficiente, miséria prevalecente, desemprego crescente&#8230; Em suma, Quelimane está hoje num patamar injustificável no concerto das cidades de Moçambique, tomando em consideração a sua importância estratégica. Esta cidade é capital da província mais populosa e mais rica deste país! Merece outro tratamento e melhor destino. Estas eleiçoes intercalares do dia 7 de Dezembro abrem uma oportunidade única para que se inicie uma revolução naquilo que todos nós pretendemos para a nossa cidade. Todos nós, através do nosso voto, temos agora, e mais do que nunca, a oportunidade ímpar de participar activamente na condução do nosso próprio destino, como residentes ou filhos desta cidade. Abriu-se a oportunidade de nos manifestarmos contra o estado letárgico, excludente, depreciante e marginalizante a que fomos sempre relegados nestes anos todos. Através do nosso voto consciente poderemos, no dia 7 de Dezembro, decidir o que nós próprios achamos ser o melhor para nós, para a nossa vida e para a nossa cidade. Pensemos juntos. Se até hoje votamos nos mesmos de sempre e nada mudou, tentar algo diferente não nos custará nada. Quelimane regrediu, em termos de desenvolvimento urbano, infra-estruturas e saneamento, dentre outros. É impossível olhar para a cidade e fingir que está tudo bem. Não é o secretário do partido, o ministro tal ou o deputado fulano, que nunca residiram nesta cidade, que saberã mais do que nós mesmos o que é melhor para a nossa terra. Estranhemos a razão de hoje eles estarem todos em Quelimane e de terem largado as suas extra-terrestres mordomias, protocolos e regalias, apenas para pisarem o mercado sujo e mal cheiroso onde vendemos e passamos grande parte da nossa vida, implorando-nos o voto e nos prometendo um futuro paradisíaco que nunca nos foram capazes de proporcionar nestes anos todos que estiveram à frente do município. Onde estavam eles até há um mês atrás? Porquê é que querem melhorar as coisas só hoje? Só hoje acordaram e viram que afinal é possível melhorar a nossa miséria, desgraça e vergonha? Não. A resposta é simples. Hoje apareceu alguém, tão povo quanto todos nós, e que é capaz de fazer melhor e isso os pode envergonhar profundamente, à ponto de também virem a perder a confiança e o voto popular em outras regioes do país. Manos, escolham bem. Escolham o candidato certo. Quelimane não pode continuar refém da vontade (ou da ausência dela) de um punhado de pessoas incompetentes que deixou apodrecer a nossa cidade. Só o teu voto é que poderá mudar isto. É preciso destruir os podres do sistema actual, antes de construir um novo. Presta atenção nisto: 1. Não te deixes cair no argumento segundo o qual &#8220;eles nunca governaram, são inexperientes e aventureiros&#8221;. A Frelimo quando chegou ao poder também era inexperiente. Daviz Simango, na Beira, também era inexperiente e a cidade mudou para o melhor. Chegou a vez de Quelimane. 2. Não te deixes distrair por mesquinhices do género &#8220;o candidato x não presta porque não é casado&#8221; ou &#8220;o candidato y não é competente porque não muda de camisa&#8221;. Essas tretas não são os nossos verdadeiros problemas! A cidade está a apodrecer, as pessoas estão cada vez mais pobres e a viver em ambientes degradados e desumanos, ao contrário desses que vem hoje de fora de Quelimane a implorar votos e que vivem, desde a independência, em condomínios com ar condicionado, conduzindo luxuosos carros e com os filhos e familiares bem nutridos, saudáveis e ricos. 3. Não aceites jamais que eles te façam pensar como se fosses criança de 5 à 11 anos. Eles estiveram 12 anos a governar esta cidade (ou cerca de 37 anos, desde a independência) e não mudaram nada. Não é com a visita deles aos nossos mercados ou com o desfile dos carros deles nas nossas cidades que as coisas melhorarão, de hoje em diante. 4. Não te deixes enganar pela aparição deles na televisão sorrindo para o povo ou tirando fotos com desgraçados. A tua vida não vai mudar apenas porque um ministro falou pessoalmente com o teu primo ontem, ou porque uma deputada qualquer carregou ao colo o teu sobrinho. Isso é puro entretenimento. 5. Vá votar contra as mentiras deles no dia 7 de Dezembro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por. Apostolo da Desgraca</p>
<h6 style="text-align: justify;" data-ft="{&quot;type&quot;:1}">&#8220;O bom cidadão tem que se sentir indignado&#8221; (Elísio Macamo)</h6>
<p style="text-align: justify;">Vou ser breve. Irmãos, o país está ao rubro. Vem aí, a 7 de Dezembro, as eleiçoes intercalares para a escolha dos futuros edis das cidades de Quelimane, de Cuamba e de Pemba. Esta carta vai especificamente para os eleitores da cidade de Quelimane. Como todos vocês já devem saber, este evento é uma oportunidade única para que todos os citadinos quelimanenses adoptem a mudança que verdadeiramente querem para a sua condição, para as suas vidas e para a cidade na qual vivem, estudam e trabalham.</p>
<p style="text-align: justify;">É um facto, para todo aquele que tiver olhos de ver, que a cidade de Quelimane encontra-se num marasmo ambiental inaceitável. Estradas esburacadas, infra-estruturas degradadas, saneamento quase inexistente, urbanismo deficiente, miséria prevalecente, desemprego crescente&#8230; Em suma, Quelimane está hoje num patamar injustificável no concerto das cidades de Moçambique, tomando em consideração a sua importância estratégica. Esta cidade é capital da província mais populosa e mais rica deste país! Merece outro tratamento e melhor destino.</p>
<p style="text-align: justify;">Estas eleiçoes intercalares do dia 7 de Dezembro abrem uma oportunidade única para que se inicie uma revolução naquilo que todos nós pretendemos para a nossa cidade. Todos nós, através do nosso voto, temos agora, e mais do que nunca, a oportunidade ímpar de participar activamente na condução do nosso próprio destino, como residentes ou filhos desta cidade. Abriu-se a oportunidade de nos manifestarmos contra o estado letárgico, excludente, depreciante e marginalizante a que fomos sempre relegados nestes anos todos. Através do nosso voto consciente poderemos, no dia 7 de Dezembro, decidir o que nós próprios achamos ser o melhor para nós, para a nossa vida e para a nossa cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensemos juntos. Se até hoje votamos nos mesmos de sempre e nada mudou, tentar algo diferente não nos custará nada. Quelimane regrediu, em termos de desenvolvimento urbano, infra-estruturas e saneamento, dentre outros. É impossível olhar para a cidade e fingir que está tudo bem. Não é o secretário do partido, o ministro tal ou o deputado fulano, que nunca residiram nesta cidade, que saberã mais do que nós mesmos o que é melhor para a nossa terra. Estranhemos a razão de hoje eles estarem todos em Quelimane e de terem largado as suas extra-terrestres mordomias, protocolos e regalias, apenas para pisarem o mercado sujo e mal cheiroso onde vendemos e passamos grande parte da nossa vida, implorando-nos o voto e nos prometendo um futuro paradisíaco que nunca nos foram capazes de proporcionar nestes anos todos que estiveram à frente do município. Onde estavam eles até há um mês atrás? Porquê é que querem melhorar as coisas só hoje? Só hoje acordaram e viram que afinal é possível melhorar a nossa miséria, desgraça e vergonha? Não. A resposta é simples. Hoje apareceu alguém, tão povo quanto todos nós, e que é capaz de fazer melhor e isso os pode envergonhar profundamente, à ponto de também virem a perder a confiança e o voto popular em outras regioes do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Manos, escolham bem. Escolham o candidato certo. Quelimane não pode continuar refém da vontade (ou da ausência dela) de um punhado de pessoas incompetentes que deixou apodrecer a nossa cidade. Só o teu voto é que poderá mudar isto. É preciso destruir os podres do sistema actual, antes de construir um novo.</p>
<p style="text-align: justify;">Presta atenção nisto:</p>
<p style="text-align: justify;">1. Não te deixes cair no argumento segundo o qual &#8220;eles nunca governaram, são inexperientes e aventureiros&#8221;. A Frelimo quando chegou ao poder também era inexperiente. Daviz Simango, na Beira, também era inexperiente e a cidade mudou para o melhor. Chegou a vez de Quelimane.</p>
<p style="text-align: justify;">2. Não te deixes distrair por mesquinhices do género &#8220;o candidato x não presta porque não é casado&#8221; ou &#8220;o candidato y não é competente porque não muda de camisa&#8221;. Essas tretas não são os nossos verdadeiros problemas! A cidade está a apodrecer, as pessoas estão cada vez mais pobres e a viver em ambientes degradados e desumanos, ao contrário desses que vem hoje de fora de Quelimane a implorar votos e que vivem, desde a independência, em condomínios com ar condicionado, conduzindo luxuosos carros e com os filhos e familiares bem nutridos, saudáveis e ricos.</p>
<p style="text-align: justify;">3. Não aceites jamais que eles te façam pensar como se fosses criança de 5 à 11 anos. Eles estiveram 12 anos a governar esta cidade (ou cerca de 37 anos, desde a independência) e não mudaram nada. Não é com a visita deles aos nossos mercados ou com o desfile dos carros deles nas nossas cidades que as coisas melhorarão, de hoje em diante.</p>
<p style="text-align: justify;">4. Não te deixes enganar pela aparição deles na televisão sorrindo para o povo ou tirando fotos com desgraçados. A tua vida não vai mudar apenas porque um ministro falou pessoalmente com o teu primo ontem, ou porque uma deputada qualquer carregou ao colo o teu sobrinho. Isso é puro entretenimento.</p>
<p style="text-align: justify;">5. Vá votar contra as mentiras deles no dia 7 de Dezembro.</p>
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		<title>Junte-se a NÓS! Apoie a Mudança em Quelimane!</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 22:09:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[CAROS QUELIMANENSES E AMIGOS DE QUELIMANE,  VOCES PODEM AJUDAR-NOS A CONSTRUIR UM QUELIMANE PARA TODOS  TODOS VAMOS MUDAR QUELIMANE! Aposte no Prof. Dr. Manuel de Araújo, candidato do MDM, para a Autarquia de Quelimane. Porque sabemos que você é parte da solução dos problemas de Quelimane, nós contamos consigo. Contribua com o seu tempo, desenvolvendo actividades de educação cívica eleitoral; e participando na camapanha eleitoral; CRIANDO GRUPOS DE REFLEXÃO SOBRE OS PROBLEMAS BEM COMO A SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS DE QUELIMANE; PARTICIPANDO EM DEBATES RADIOFÓNICOS, TELEVISIVOS, NA INTERNET (QUELIMANE PARA TODOS), NOS RESTAURANTES, MESQUITAS, TEMPLOS(CENÁCULOS), IGREJAS, ESCOLAS, LOCAIS DE TRABALHO, MERCADOS E MAIS. PARTICIPANDO EM ACTIVIDADES DE CARÁCTER VOLUNTÁRIO COMO LIMPEZA NAS ESCOLAS, HOSPITAIS, VIAS PÚBLICAS (RUAS E AVENIDAS), QUARTEIS,  ESQUADRAS, MERCADOS. DIVULGANDO O MANIFESTO ELEITORAL DE MANUEL DE ARAÚJO,TRANSFORMEMOS ESTA CAMPANHA  NUMA GRANDE FESTA DE LIBERTAÇÃO DOS MUNÍCIPES E DO MUNICÍPIO DE QUELIMANE NUM AUTÊNTICO CARNAVAL. &#160; &#160; Você munícepe ou amigo/a de Quelimane e da Zambézia, residente ou não no Município. Você que ama Quelimane mas que reside na diápora, seja dentro da Zambezia, do pais,de Africa e ou em outros cantos do mundo. Você que acredita na democracia e na descentralização, não perca esta oportunidade ímpar de fazer parte deste movimento. &#160; Contribua com o seu tempo, meios de transporte, combustível, géneros alimentícios, roupa usada ou então depositando pelo menos: 1 Metical! &#160; Um metical por um Quelimane Rumo aos Bons Sinais; um QUELIMANE PARA TODOS. Nas contas Nr: STANDARD BANK:  1011438821002 BCI:   5834454101 BIM:  4975810 Para mais informações  sobre como contribuir para mudar a cidade de Quelimane, por favor contacte-nos: &#160; Endereço físico: Avenida dos Trabalhadores Nr 254, Município de Quelimane, Rua dos Trabalhadores junto à Delegação da Organização dos Trabalhadores de Moçambique (OTM) provincial. TELEFONE: 829862000   ou  845332397 Quer ver quelimane melhor, então aposte em Manuel de Araújo, a aposta certa, para um QUELIMANE DE TODOS, COM TODOS E PARA TODOS. Quelimane, aos 30 de Novembro de 2011 A Equipa de campanha]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>CAROS QUELIMANENSES E AMIGOS DE QUELIMANE,</strong></p>
<p align="center"><strong> VOCES PODEM AJUDAR-NOS A CONSTRUIR UM QUELIMANE PARA TODOS</strong></p>
<p align="center"><strong> TODOS VAMOS MUDAR QUELIMANE!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Aposte no Prof. Dr. Manuel de Araújo, candidato do MDM, para a Autarquia de Quelimane. Porque sabemos que você é parte da solução dos problemas de Quelimane, nós contamos consigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Contribua com o seu tempo, desenvolvendo actividades de educação cívica eleitoral; e participando na camapanha eleitoral;</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">CRIANDO GRUPOS DE REFLEXÃO SOBRE OS PROBLEMAS BEM COMO A SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS DE QUELIMANE;</li>
<li style="text-align: justify;">PARTICIPANDO EM DEBATES RADIOFÓNICOS, TELEVISIVOS, NA INTERNET (QUELIMANE PARA TODOS), NOS RESTAURANTES, MESQUITAS, TEMPLOS(CENÁCULOS), IGREJAS, ESCOLAS, LOCAIS DE TRABALHO, MERCADOS E MAIS.</li>
<li style="text-align: justify;">PARTICIPANDO EM ACTIVIDADES DE CARÁCTER VOLUNTÁRIO COMO LIMPEZA NAS ESCOLAS, HOSPITAIS, VIAS PÚBLICAS (RUAS E AVENIDAS), QUARTEIS,  ESQUADRAS, MERCADOS.</li>
<li style="text-align: justify;">DIVULGANDO O MANIFESTO ELEITORAL DE MANUEL DE ARAÚJO,TRANSFORMEMOS ESTA CAMPANHA  NUMA GRANDE FESTA DE LIBERTAÇÃO DOS MUNÍCIPES E DO MUNICÍPIO DE QUELIMANE NUM AUTÊNTICO CARNAVAL.<span id="more-1373"></span></li>
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<p>Você munícepe ou amigo/a de Quelimane e da Zambézia, residente ou não no Município. Você que ama Quelimane mas que reside na diápora, seja dentro da Zambezia, do pais,de Africa e ou em outros cantos do mundo. Você que acredita na democracia e na descentralização, não perca esta oportunidade ímpar de fazer parte deste movimento.</p>
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<p>Contribua com o seu tempo, meios de transporte, combustível, géneros alimentícios, roupa usada ou então depositando pelo menos: <strong>1 Metical!</strong></p>
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<p>Um metical por um Quelimane Rumo aos Bons Sinais; um QUELIMANE PARA TODOS.</p>
<p>Nas contas Nr:</p>
<p>STANDARD BANK:  1011438821002</p>
<p>BCI:   5834454101</p>
<p>BIM:  4975810</p>
<p>Para mais informações  sobre como contribuir para mudar a cidade de Quelimane, por favor contacte-nos:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Endereço físico: Avenida dos Trabalhadores Nr 254, Município de Quelimane, Rua dos Trabalhadores junto à Delegação da Organização dos Trabalhadores de Moçambique (OTM) provincial.</p>
<p>TELEFONE: 829862000   ou  845332397</p>
<p>Quer ver quelimane melhor, então aposte em Manuel de Araújo, a aposta certa, para um QUELIMANE DE TODOS, COM TODOS E PARA TODOS.</p>
<p align="center">Quelimane, aos 30 de Novembro de 2011</p>
<p>A Equipa de campanha</p>
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		<title>Taxistas de Bicicletas Apoiam Manuel de Araujo</title>
		<link>http://manueldearaujo.org/taxistas-de-bicicletas-apoiam-manuel-de-araujo/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 18:07:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Manuel de Araújo recebeu um apoio de peso! Os Taxistas de bicicletas manifestaram apoio ao candidato do MDM e com ele pedalam todos os dias pelas ruas de Quelimane levando uma mensagem de mudança! Para quê muitas palavras se as imagens falam por si? QUELIMANE RUMO AOS BONS SINAIS! VEJA MAIS FOTOS AQUI!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Manuel de Araújo recebeu um apoio de peso! Os Taxistas de bicicletas manifestaram apoio ao candidato do MDM e com ele pedalam todos os dias pelas ruas de Quelimane levando uma mensagem de mudança! Para quê muitas palavras se as imagens falam por si? QUELIMANE RUMO AOS BONS SINAIS!</p>
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<p style="text-align: justify;"><a href="http://manueldearaujo.org/wp-content/uploads/2011/12/Taxistas-de-Bicicletas-em-apoio-a-Manuel-de-Araujo1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1369" title="Taxistas de Bicicletas em apoio a Manuel de Araujo" src="http://manueldearaujo.org/wp-content/uploads/2011/12/Taxistas-de-Bicicletas-em-apoio-a-Manuel-de-Araujo1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">VEJA MAIS FOTOS <a href="http://www.flickr.com/photos/71036485@N02/?saved=1" target="_blank">AQUI!</a></p>
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		<title>Manifesto ao voto consciente do POVO. Votar é defender a Paz. Defender a Paz não é ser lacaio.</title>
		<link>http://manueldearaujo.org/manifesto-ao-voto-consciente-do-povo-votar-e-defender-a-paz-defender-a-paz-nao-e-ser-lacaio/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 10:54:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Adelino Timoteo, in Canal de Moçambique 30.11.11 A Frelimo desrespeitou o direito do povo em Quelimane, Cuamba e Pemba de terem como dirigentes nas suas autarquias, pessoas livremente escolhidas por si. Estes povos escolheram os seus presidentes e, por motivos nunca aclarados, tais presidentes, Pio Matos(Quelimane), Sidiqui Yacub(Pemba), Arnaldo Maloa(Cuamba) foram afastados por imposição das estruturas do poder central, do partido Frelimo, em Maputo. Agora a Frelimo oferece ao povo de Quelimane, Pemba e Cuamba candidatos de confiança do poder central, que não estarão para servir o povo destes municípios, mas para servirem o poder ancorado em Maputo, deixando o povo sofrer, se forem eleitos. De Maputo o poder central da Frelimo impôs que os edis que vinham governando as cidades renunciassem aos mandatos que os residentes nesses municípios lhes deram em eleições. Agora vem impor novos candidatos escolhidos no comité central, em Maputo. A escolha dos eleitores foi desrespeitada e agora querem que o mesmo povo vote em quem obedeça à vontade de Maputo em vez de obedecer á vontade das pessoas dos municípios. A causa evocada por Pio Matos para renunciar ao seu lugar foi doença, mas nestes dias temos estado a ver o antigo edil a dançar, a correr de um lugar para o outro, manifestando tão energicamente, de forma nunca vista, diferentemente do candidato Abubacar escolhido pelo comité central da Frelimo. A candidato apresenta se ofuscado, menos energético, sem convicção de ser ele a pessoa ideal para dirigir Quelimane. Pio Matos demonstra assim que a Frelimo que o obrigou a renunciar traiu o povo de Quelimane. Assim o povo de Quelimane, com idade para eleitoral, no dia 7 de Dezembro, deve deixar a sua casa, machamba, e dirigir-se aos postos de votação, manifestar a sua indignação, o seu espanto e dizer não a um candidato não reconhecido nas bases, no seio do povo. E a forma de manifestar a indignação, o espanto e a revolta contra aqueles que manipulam, aqueles que manobram a vontade do povo, violam as leis, é votar massivamente a favor de um candidato ideal. Os povos de Quelimane, Cuamba e Pemba devem abrir bem os olhos, votando e controlando os postos de votação, para que a expectativa da mudança não se frustre, para eu não percam a oportunidade de que este processos histórico lhes oferece: a oportunidade de terem um filho da terra no poder, um filho do povo na direcção da cidade. O Povo de Quelimane deve dizer não aos teleguiados a partir de Maputo para que Quelimane possa finalmente afirmar se e ser Quelimane que orgulhe a Zambézia. O compromisso destas eleições também deve ser a transferência de poder às novas gerações, à geração dos jovens que podem resolver problemas locais contando com capacidades locais. O objectivo básico do estabelecimento das autarquias foi permitir que o Povo escolha localmente o que quer. O Povo não pode apostar em teleguiados a partir de Maputo. Cuambenses e Pembenses, mulheres, jovens, adultos e velhos, devem também ir por ai. Devem fazer do voto um desidrato , um imperativo local para uma revolução pacífica se opere nos seus respectivos municípios, uma enxada e um caminho para o bem viverem. A mudança pacífica, beneficiará a todos e aos filhos e netos da terra se souberem nestas eleições começar a lutar pelos seus próprios municípios. O futuro das cidades está nas mão dos filhos da terra, aqueles que independentemente de terem nascido nela, trabalham com coração por ela e para ela. Não é uma questão tribal. É uma questão local. Por Pemba, em Pemba. Por Cuamba, em Cuamba. Por Quelimane; em Quelimane. É preciso que se acabe com os teleguiados. Com um líder municipal da terra é possível]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Adelino Timoteo, in Canal de Moçambique 30.11.11<br />
A Frelimo desrespeitou o direito do povo em Quelimane, Cuamba e Pemba de terem como dirigentes nas suas autarquias, pessoas livremente escolhidas por si.  Estes povos escolheram os seus presidentes e, por motivos nunca aclarados, tais presidentes, Pio Matos(Quelimane), Sidiqui Yacub(Pemba), Arnaldo Maloa(Cuamba) foram afastados por imposição das estruturas do poder central, do partido Frelimo, em Maputo. Agora a Frelimo oferece ao povo de Quelimane, Pemba e Cuamba candidatos de confiança do poder central, que não estarão para servir o povo destes municípios, mas para servirem o poder ancorado em Maputo, deixando o povo sofrer, se forem eleitos. De Maputo o poder central da Frelimo  impôs que os edis que vinham governando as cidades renunciassem aos mandatos que os residentes nesses municípios lhes deram em eleições. Agora vem impor novos candidatos escolhidos no comité central, em Maputo. A escolha dos eleitores foi desrespeitada e agora querem que o mesmo povo vote em quem obedeça à vontade de Maputo em vez de obedecer á vontade das pessoas dos municípios. A causa evocada por Pio Matos para renunciar ao seu lugar foi doença, mas nestes dias temos estado a ver o antigo edil a dançar, a correr de um lugar para o outro, manifestando tão energicamente, de forma nunca vista, diferentemente do candidato Abubacar escolhido pelo comité central da Frelimo. A candidato apresenta se ofuscado, menos energético, sem convicção de ser ele a pessoa ideal para dirigir Quelimane. Pio Matos demonstra assim que a Frelimo que o obrigou a renunciar traiu o povo de Quelimane. Assim o povo de Quelimane, com idade para eleitoral, no dia 7 de Dezembro, deve deixar a sua casa, machamba, e dirigir-se aos postos de votação, manifestar a sua indignação, o seu espanto e dizer não a um candidato não reconhecido nas bases, no seio do povo. E a forma de manifestar a indignação, o espanto e a revolta contra aqueles que manipulam, aqueles que manobram a vontade do povo, violam as leis, é votar massivamente a favor de um candidato ideal. Os povos de Quelimane, Cuamba e Pemba devem abrir bem os olhos, votando e controlando os postos de votação, para que a expectativa da mudança não se frustre, para eu não percam a oportunidade de que este processos histórico lhes oferece: a oportunidade de terem um filho da terra no poder, um filho do povo na direcção da cidade. O Povo de Quelimane deve dizer não aos teleguiados a partir de Maputo para que Quelimane possa finalmente afirmar se e ser Quelimane que orgulhe a Zambézia. O compromisso destas eleições também deve ser a transferência de poder às novas gerações, à geração dos jovens  que podem resolver problemas locais contando com capacidades locais. O objectivo básico do estabelecimento das autarquias foi permitir que o Povo escolha localmente o que quer. O Povo não pode apostar em teleguiados a partir de Maputo. Cuambenses e Pembenses, mulheres, jovens, adultos e velhos, devem também ir por ai.  Devem fazer do voto um desidrato , um imperativo local para uma revolução pacífica se opere nos seus respectivos municípios, uma enxada e um caminho para o bem viverem.  A mudança pacífica, beneficiará a todos e aos filhos e netos da terra se souberem nestas eleições começar a lutar pelos seus próprios municípios. O futuro das cidades está nas mão dos filhos da terra, aqueles que independentemente de terem nascido nela, trabalham com coração por ela e para ela. Não é uma questão tribal. É uma questão local. Por Pemba, em Pemba. Por Cuamba, em Cuamba. Por Quelimane; em Quelimane. É preciso que se acabe com os teleguiados. Com um líder municipal da terra é possível </p>
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